Domingo, Julho 20, 2008

Porque sim. 

Porque não te dei metade do que devia;

Porque só te dei a outra metade;

Porque fui bem menos do posso ser;

Porque fui bem mais do que costumo ser;

Porque viste o melhor em mim, quando nem eu o entrevejo;

Porque viste o pior de mim, quando o vejo perfeitamente.

Não sei se vais ler isto, mas precisava de to dizer.

Porque não mereço o que ouvi da tua boca.

Desculpa.

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Quinta-feira, Julho 17, 2008

Decisões tomadas e não revogadas 

Nunca sabemos se tomamos as decisões certas.

Momentos em que se pensa voltar atrás, momentos (em maior número, sem dúvida) em que se tem a certeza da justiça da decisão que se tomou. Momentos em que o cérebro, pura e simplesmente, não processa.

Palavras por dizer marcam-nos. Mas continuo a achar que a solução mais fácil era ignorar e continuar a viver sob o tamanho dessas palavras que não conseguiria dizer.

Conversas relembradas doem. Podes acreditar.

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Quarta-feira, Julho 16, 2008

Desculpa. E obrigado. 

É difícil exprimir por palavras imagens mentais.

Gostava de ter jeito para desenho, seria um quadro notável.

Que nos marcaria, como a vós, com os personagens desses quadros.

Em que pedimos desculpa e agradecemos ao mesmo tempo.

Desculpa. E obrigado.

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Terça-feira, Junho 10, 2008

Devo confessá-lo abertamente: 

Tenho andado com pouca paciência para escrever aqui.

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Terça-feira, Maio 20, 2008

1 mês depois... 

... Sim, estou vivo! Sim, ainda estou a trabalhar no mesmo sítio! Sim, estou farto disto!

Sim, vocês são os maiores! Sim, sim, sim!

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Sábado, Abril 19, 2008

De volta... 

... para duas homenagens.

Para a Joana Neto, com os meus sinceros parabéns pela actuação:

"Por isso eu tomo ópio. É um remédio
Sou um convalescente do Momento.
Moro no rés-do-chão do pensamento
E ver passar a Vida faz-me tédio.
" (Álvaro de Campos, Opiário)

e para o Dse7e e para o NrowS, pela companhia no belo concerto que vimos ontem:

"Ever felt away with me
Just once that all I need
Entwined in finding you one day

Ever felt away without me
My love, it lies so deep
Ever dream of me
" (Nightwish, Ever Dream, Century Child, 2003)

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Terça-feira, Março 18, 2008

Constatação de um facto: 

Realmente, a vida não está fácil.

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Sexta-feira, Fevereiro 29, 2008

Cronologia de hoje: 

- Acordar às 8h55 (ouseja, adormeci)

- Ao mexer o leite com chocolate sujei a camisa (ou seja, tive que ir trocar de camisa...)

- O leite sabia mal (fonix...)

- Chego ao emprego às 9h25, 25 minutors atrasado, e levo com um sonoro "Quase que chegava a horas..." irónico e mordaz do chefe.

Até tenho medo do que se vai passar durante o resto do dia...

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Sexta-feira, Fevereiro 22, 2008

Não é verdade? 

Duas boas notícias seguidas, mesmo que não sejam directamente para nós, são sempre isso mesmo... Boas notícias.

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Terça-feira, Fevereiro 19, 2008

domingo passado, 



da Batalha ao Carmo e do Carmo à Batalha num dia de chuva.

"postado" pela menina mines.

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Quarta-feira, Fevereiro 13, 2008

Temas recorrentes 

Sobre o que falas, o que pensas, o que sentes. O que és. Tema recorrente.

Momentos da tua vida em que estás na dúvida sobre o que és estão ao virar a esquina. Sobre o que podes vir a ser. Ou seja, gostávamos de saber o que realmente somos. Mas porquê? Que rumo seguir? Por onde ir? Por ali, por aqui? Respostas vãs, nulas ou perguntas sem resposta. Diria mesmo que não me respondes.

E escolhemos caminhos. Condicionados, claro, à melhor oferta. À melhor maneira de fazer as coisas. Relegando princípios, mudando orientações, maleando a alma. Achas que devo? Achas que não devo?

Jogo de cintura cada vez mais apurado para reagir ao que surge proactivamente e em consequência de decisões anteriores. Proactividade é toda muito bonita, mas também traz chatices. E oportunidades. Oportunidades que são ou não chatices.

Quem nunca seguiu por caminhos que nunca antes navegou? Eu já. Nunca me arrependi antes, não tenciono fazê-lo agora.

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Segunda-feira, Fevereiro 11, 2008

Ora então... 

... quem de quatro tira três (mesmo que duas delas seja um re-conhecimento), fica uma por conhecer. Certo?

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Segunda-feira, Fevereiro 04, 2008

Desafios são para aceitar, certo? 

Vamos a isso!

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Domingo, Janeiro 27, 2008

Chuva adormecida 

Há noites assombradas.

Em que a lua está mais branca que o costume.

E rodeia-se a si própria de nuvens carregadas de gotas.

Gosto de sentir a chuva a adormecer nos meus braços.

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Terça-feira, Janeiro 22, 2008

Não te preocupes. 

Eu não te vou deixar cair.

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Sexta-feira, Janeiro 18, 2008

Eu sei que é de ter reservas, mas... 

Bolas, logo as duas pernas?!

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Quarta-feira, Janeiro 16, 2008

Pensamento do dia 

Hoje está sol. Mas, para mim, é como se chovesse.

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Terça-feira, Janeiro 15, 2008

Post nº 500 

(Um sorriso).

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Segunda-feira, Janeiro 07, 2008

Tra di noi 

Alternando passos rápidos com lentos, desmarcando as gotas da chuva que teimam em entrar pela gola mais (des)prevenida, tornando aquele arrepio gélido por todo o corpo algo de normal. Evitando goteiras, poças de água e raios de guarda-chuvas alheios. Tardes passadas no Porto, em cafés onde nunca entramos. Olhar para sítios pelos olhos de outros, com os leões altaneiros. Com guarda-chuvas vermelhos. A chuva rodeia, os passos escorregam, o cabelo altera-se, os olhos riem-se. Há dias quem gostamos de olhar para cidades escondidas dentro da nossa.

Conversando conversas nunca antes afirmadas. Admitindo TIRs, por exemplo. "Que cena...", essa é a expressão certa - até porque, pelos vistos, já era esperado. Desejado, até. Confirmado no dia seguinte, digo-vos.

Sabem, admiro quem trabalha no que realmente gosta. "Tra di noi". Lemos o que conhecemos, e que, repentinamente, se tornam das coisas mais bonitas que já vimos. Porque há textos que se tornam em risos, sorrisos e felicidade. Porque é para isso que se trabalha. Em português, italiano ou russo.

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Quarta-feira, Janeiro 02, 2008

Sentei-me, hoje, a pensar. 

Aliás, hoje acordei a pensar. Meditei, de forma fugaz, sobre tudo e nada, nada e tudo, o que se passou e se passa, o que se vai passar e quero que passe. O sol que quero na minha vida, as nuvens que se vão adensando, a pedra que quero partir, polir e tornar recordação. E atirar ao mar das dúvidas. Seixos que nos rodeiam mas que, por mais que custe, vamos derrubar – por mais luta que dêem.

Não te esqueças: “o espaço vazio, entre as pessoas, é de explorar”, dizem alguns, mais ou menos por estas palavras. Não tenho tanto jeito para palavras quanto isso.

Hoje a chuva acordou-me. Hoje, a chuva fustigou as minhas janelas matinais e fez-me pensar. A chuva, que se vai tornando em sol ao longo do dia. Chuva que me aquece. Esse sol que se esconde num sorriso e numa voz doce. Esse raiar de dia que todos gostamos de ter. Mesmo que seja à noite.

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Domingo, Dezembro 30, 2007

Pensamento 

Há momentos medidos pela intensidade de um sorriso. Que nos persegue nas horas fugidias do sono, no quente e frio da realidade e que habita, mais tarde, na imaginação de quem o sente na pele.

Sortudos os que sentem sorrisos e, porque não?, olhares e toques na pele. Os que os partilham, com o medo próprio de teenager a olhar em redor, a sentir coisas novas. Os que descobrem algo de novo na fila atrás. Mesmo atrás.

Hoje a noite desvaneceu-se no sol da manhã. Mesmo enublado, o dia continua a sorrir.

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Quarta-feira, Dezembro 26, 2007

Prendas que prendem 

O Natal, para mim, começou mais cedo. Começou naquele momento infalível, de que me lembro tão bem. O momento em que a vislumbrei no embrulho.

As prendas que não pedimos. Prendas que prendem.

As prendas que nos prendem surgem do nada. Sentam-se por perto, olham para nós. Avaliam-nos também. Olham, simplesmente.

Com aquela maneira de olhar. Com aquele instinto tão forte. Há coisas do momento que, inexplicavelmente, nos tornam mais. Mais, simplesmente.

Há prendas que nos prendem. E que nos (in) seguram. E nos fazem sorrir.

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Sábado, Dezembro 22, 2007

Figuras de vida 

Há textos que precisam de parêntesis para se sentirem vivos.

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Domingo, Dezembro 16, 2007

Pensamento do dia: 

As coisas têm tendência para acontecer.

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Segunda-feira, Dezembro 10, 2007

Divagar, como sempre. 

As situações são sempre diferentes. Sempre.

Por vezes incómodas, outras vezes perfeitas. Outras vezes chegam a ser Primárias. Difíceis, mas giras de conhecer. Há momentos bons na vida. Momentos em que o vento nos parece acariciar e levar no nosso rumo, numa graciosidade de movimentos que nos tolda até o raciocínio mais elementar.

Mas não é nada disto que te quero contar. Mas, também, não me quero expor em demasia. Não quero contar-te tudo. Quero manter os meus segredos, as minhas vivências. Com mistérios dos quais por vezes conheço a causa, e outras vezes entendo apenas o básico. Outras vezes não sei rigorosamente nada. É o chamado verdadeiro mistério.

Que também me leva, como o vento. Para longe e para perto. Para lá, seja lá onde isso for. Onde serei recebido com as mesmas sensações de sempre.

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