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quinta-feira, 29 de abril de 2004

Força, coragem e determinação 

Vamos lá então resolver isto de uma vez por todas.

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quarta-feira, 28 de abril de 2004

Post atrasado 

Há uns tempos li, no blog do meu amigo manhoso, o seguinte:

Sexta-feira, Abril 16, 2004
É a ausência. A tua. Todos os dias.


Não concordo, manhoso. A minha frase seria: "É a PRESENÇA. A tua. Em todas as pequenas coisas, todos os dias."

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Condutores profissionais 

Ok... vamos lá a ver uma coisa: lembram-se quando disseram que eu era um condutor perigoso, que abusava das velocidades, que faço manobras perigosas?
Agora multipliquem por mil, e encontrarão uma pálida imagem do condutor da CM Porto que me levou hoje para o meu último "acto oficial" do estágio.
Fod@-se lá para o Fittipaldi!

segunda-feira, 26 de abril de 2004

E... 

... há pessoas que insistem em sair da minha vista, mas afianço-vos: nunca irão para longe do coração. Boa sorte.

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domingo, 25 de abril de 2004

CAMPEÕES! 


sábado, 24 de abril de 2004

A louca perseguição do dia 

Esta sexta-feira foi apenas mais um dia. Durante 22 horas e 45 minutos, não se passou nada de especial, foi um dia daqueles de que mais tarde nada recordamos.
E, de repente, tudo mudou.
Alguma vez estiveram parados num café, descansados, com o carro mal-estacionado (obviamente em cima do passeio) e vêem passar o reboque da Polícia, a olhar descansadamente para todos os carros, com o pisca ligado para parar? E o vosso carro é o primeiro da fila?
Pois, a mim aconteceu. Menos mal, havia mais carros mal estacionados à frente do meu. E lá consegui remover o meu automóvel antes que algo de mau lhe acontecesse.
Mas não foi por isto que decidi escrever este post. É que a perseguição do dia foi mesmo dos camiões do lixo da cidade do Porto. Então não é que a caminho do café demorei mais 10 minutos (pelo menos) devido a uma recolha de lixo, e depois da história acima referida tive 3 (!) camiões do lixo diferentes à minha frente, que me fizeram demorar mais de 20 minutos a mudar o carro de lugar?
E, ao vir para casa, ainda consegui ver mais dois ilustres camiões de recolha do lixo. Porra... só a mim.

(Ah, e acabei por deixar o carro mal estacionado na mesma. É que não havia mesmo lugares sem ser em cima do passeio! Gastei 20 minutos em... nada.)

terça-feira, 20 de abril de 2004

Simplesmente: 

É muito, muito bom quando nos sentimos perfeitamente felizes na nossa solidão acompanhada.

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segunda-feira, 19 de abril de 2004

" E um post novo, não?" 

Quando se habitua assim um público destes, com posts posts fantásticos (quase) todos os dias, uns diazitos de folga são mal recebidos.
Não imaginam a quantidade de mails das fãs, que pedem mais e mais... "Tiago, enlaça-nos com as tuas belas palavras, faz-nos sonhar com as tuas músicas, e que o teu apurado gosto nos abra o apetite por cada vez mais cultura."
Então, venho por este meio saciar-vos, queridas fãs. Escrevo apenas uma frase; uma coisa muito simples, que ficará com certeza para a posteridade e para a história do mundo dos blogs:
"A minha firewall já não dá sumo."

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sábado, 17 de abril de 2004

"sem título" 

Lembram-se?
E se, neste preciso momento, o ontem tiver significado e influencie o hoje?

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Mas o que escrever? 

Inspiração precisa-se...

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quarta-feira, 14 de abril de 2004

Primeira vez 

Ontem foi a minha primeira vez.
Teve de tudo: foi inesperada, foi boa, foi interessante em termos de contacto pessoal e foi algo que não esquecerei. Porque não acontece todos os dias.
Pois, mandaram-me parar pela primeira vez numa operação STOP. Mas tinha tudo em ordem: carro roubado, não tinha carta nem BI, e ainda tinha o cadáver na mala..
Mas correu tudo bem, o agente estava distraído.

segunda-feira, 12 de abril de 2004

Nostalgia 

"Eu ainda sou do tempo" em que havia uma senhora dos rissóis em plena cidade.
"Eu ainda sou do tempo" em que a drogaria em frente a casa tinha tudo o que era necessário para a casa (até uns balões tinha para os miúdos bem-comportados).
"Eu ainda sou do tempo" em que a padeira ia casa a casa entregar o pão fresco logo pela manhã.
"Eu ainda sou do tempo" em que havia cavalos a pastar no enorme jardim dos prédios, em plena cidade.
"Eu ainda sou do tempo" em que uma bola, ou um carrinho, divertia e fazia passar uma tarde inteira na brincar e sem preocupações de qualquer espécie.
"Eu ainda sou do tempo" em que os autocarros eram laranjas e os táxis pretos e verdes.
"Eu ainda sou do tempo" em que se comprava chiclets (ou seriam rebuçados?) por 2 escudos e 50 centavos e em que um Mini-Milk custava 30 escudos.
"Eu ainda sou do tempo" em que um grande conjunto de miúdos se juntava no pátio em frente a minha casa para jogar futebol do início da tarde até à noite.
"Eu ainda sou do tempo" em que era um divertimento andar de bicicleta, nas BMX, por aí, por vezes até na estrada (contra os conselhos dos pais, claro).
"Eu ainda sou do tempo" em que brincar às "escondidinhas" era uma loucura, com jogos a demorar imenso tempo porque nos escondíamos em qualquer sítio bem longe e demorávamos imenso a aparecer.
"Eu ainda sou do tempo" em que jogar ao "bate-o-pé" era do mais maroto de sempre.
"Eu ainda sou do tempo" em que um escorrega, um espaldar, um baloiço eram diversão para as tardes inteiras.
...
Mas serei sempre do tempo de apreciar a minha infância, bem mais rica que qualquer contemporânea.

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domingo, 11 de abril de 2004

Páscoa 

Ressuscitou! Aleluia!

sexta-feira, 9 de abril de 2004

Tristeza vs. Alegria 

A tristeza é muito mais inspiradora que a alegria.

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quinta-feira, 8 de abril de 2004

O que sou? 

Sou nada, sou tudo, ou simplesmente não sou?

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terça-feira, 6 de abril de 2004

Metallica 

Hoje recebi, directamente do Brasil, dois cd-single dos Metallica, referentes às músicas "Nothing Else Matters" e "Wherever I May Roam".
Ora bem, falta o "No Life 'Til Leather" e a Lata para me sentir satisfeito com a minha ludoteca. Alguém me pode ajudar ou nem por isso? Se conhecerem alguém que queira vender... avisem-me!

sábado, 3 de abril de 2004

Ai é? 

Hoje, ao ver as (SIC)notícias, espantou-me o facto de os EUA irem implementar uma medida que impõe aos cidadãos de 27 países, incluindo Portugal, uma fotografia e análise de impressão digital à entrada no seu território.
"Os documentos biométricos (o tal documento infalível e indispensável para a entrada) permitem ainda a rápida comparação da identidade de quem quer entrar no país com dados sobre pessoas procuradas cujos detalhes estão nos computadores das autoridades norte-americanas.", segundo o mesmo link em cima apresentado.
No entanto, "uma fonte diplomática disse que as próprias autoridades norte-americanas também ainda não têm capacidade para aceitar este tipo de passaportes, nos seus pontos de entrada - aeroportos e portos - devido a dificuldades em encontrar tecnologia capaz de resistir ao uso constante dos passaportes."
Então havíamos de tomar uma medida semelhante à do Brasil: as mesmas condições para os turistas e residentes americanos que tentem entrar no nosso País. Não acham?

Apenas hoje... 

... recebi a tua carta,Sara! (estava no correio desde ontem!)

sexta-feira, 2 de abril de 2004

Inquieto 

A inquietude domina, neste momento, a minha existência. Estou expectante, ansioso, com vontade de saber tudo o que aí vem ou deixa de vir. Vontade de ser algo que não sou, de ter algo que não tenho, de ser algo que possa voar, de ser algo que possa nadar ininterruptamente, de ser algo que pode morar num vulcão. Mas continuar a ser eu.
Tenho uma panóplia de sentimentos difusos e confusos que me assaltam diariamente, ininterruptamente, dando azo a toda este amontoar de emoções que me chamam para outros lugares, outras pessoas, outras vidas, outras existências, outras maneiras de ser e de estar.
Sinto-me inquieto. Não consigo deitar cá para fora, sem ser por estas palavras, o que sinto neste momento dentro de mim. Não sei porque sinto um aperto no coração, uma certa angústia, no que parece uma tentativa do coração saltar de dentro do peito e sair, correr e ser livre.
"Sinto-me apertada aqui... dentro de mim!", disse hoje uma colega minha. É mesmo isso.

(Antes que haja grandes filmes, polémicas, doideiras.. este post é apenas um ensaio. Nada mais do que isso.)

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Toda a verdade sobre os morangos 

"Mas porquê os morangos?", foi a pergunta dela.
Ela referia-se, como é óbvio, ao facto de os morangos aparecerem muitas vezes nos meus posts. Então, depois de muita reflexão, vou explicar o porquê de eles serem tão citados no Fechado Para Obras.
Os morangos são o meu fruto preferido. Nunca dissociados do clássico "Toma lá morangos!", são um fruto especial, cheio de significado, lindos, só pecando por ser vermelho (mas se fosse azul já não era morango!).
É só por causa disto.
Ou não.

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quinta-feira, 1 de abril de 2004

Porra... 

E, num instante, escorrega-se e parte-se uma perna.
É preciso azar.

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