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sábado, 29 de janeiro de 2005

Desafio concluído 

Era uma vez um koala, que viva numa grande floresta australiana. E apareceu uma nibs a estragar td c um comboio e uma lua. Um em cada mão. Fita cola na boca. Diz ela ao Koala: Eu nunca quis ir à austrália! E o koala adormeceu. Até que ao acordar já não encontrou nenhuma nibs e apenas o comboio comprovava a presença anterior dela. A lua há muito que se tinha ido embora e era o sol quem reinava, bem alto.
Estes dias parecem infinitos... Quentes, secos. Tanto para fazer até o seu fim, os planos de hoje, mais os de ontem que não concluímos, e os de antes de ontem, e assim sucessivamente...Tanto tempo e nunca nada feito... Queria meter-me neste comboio, ir para longe! Longe de mim, longe de ti, longe disto tudo, ir para qualquer lado onde estivesse mais perto de nós...Como eu tenho saudades daquela lua... Como eu tenho saudades de ti. Estes dias parecem infinitos...
Mas virando a esquina já muda a paisagem, e as saudades já são outras. Tenho saudades dos nossos dias de sol... Pergunto-me onde terão ficado os dias felizes... porque nunca mais os vi desde aquele mês de Julho.
Mesmo num Verão quente, o frio que existia entre nós eu cabo de mim. Tenho saudades nossas, da nossa praia, dos jogos que fazíamos. Mas quando penso no rumo que isto tomou, uma certeza paira no ar. Tanto que procurei que perdi o norte... agora, resta-me, apenas, rumar ao Sul, sem ter a certeza do que vou encontrar, no caminho longo e obscuro que tenho a percorrer. A velhice vai chegando, com os seus sinais claros de me estar a alcançar. Todos os dias descubro coisas que já não sei fazer nem como fui capaz de as fazer.
Ontem descobri uma serie de tapetes feitos por mim, estou ha mais de uma hora a pensar como os consegui fazer... se calhar comprei-os!
Mas não, não é possível tê-los comprado. Afinal, não gasto dinheiro nestas coisas. Está decidido: amanhã ela vai ouvir o que tenho para lhe dizer, e não vai ser fácil. Porque, "porque porque.. porque sim.. já te disse.." E, uma vez mais, ela ficou sem perceber nada. Ele desatou a fazer bolas de sabão para disfarçar. Dps reparou que havia um prédio novo na rua. E no prédio havia janelas. E numa janela, redonda pela bola de sabão, estava uma linda menina, de cabelos loiros e olhos azuis, mas havia algo nela diferente...tinha um olhar triste e distante...
Não estava a perceber nada do que se passava ali. e o olhar distante indicava isso mesmo: aquela sueca não percebia uma palavra de português! Foi então que decidiu dirigir-se ao posto de turismo da cidade e pedir ajuda. Quando entrou, descobriu que não era a única naquela situação e encontrou outro sueco, alto, loiro, olhos cor de mel, que lhe perguntou se ela precisava de ajuda.
Naquele momento o coração dela quase que explodiu! Não sentia as pernas e sentia a cara tão quente como uma panela de água a ferver. Olhou-o envergonhada e cuspiu para o chão o bocado de maçã que tinha comido cedo de manhã.
O sueco olhou vagamente para o mastigado enquanto coçava a barba despontada de duas noites e abandonou o lugar. Voltou ao pátio, passou o portão, e, passo a passo, percorreu o caminho que o tinha levado até ali. Perguntou.se mas porque raio é que a relva estava azul, e as folhas subiam para as árvores e os esquilos voavam. Mas instantaneamente soube. Era porque quando acabou de acordar, viu que tudo não passava de sonho. Outro mundo, outra história... Olhou para o lado e sorriu. Ela anda estava ali..
Eu estava a sonhar. Em boa altura eu espetei com a cornadura na mesinha de cabeceira e abandonei este mundo de fantasia para enfrentar mais um dia neste país em plena campanha eleitoral!!! De qualquer das maneiras, o meu voto já está lacrado. e tu sabes que ele vai para ti, que me convenceste de que orçamento é um termo imaginário! agora contamos as nossas economias em bolinhas de pão e durante o jantar estava tudo mal cozinhado, sim porque com àgua, pão, duas latas de sardinhas e uma de feijão não se faz nada de jeito. Já era a terceira vez q isto acontecia e tudo por causa do cobrador de impostos... Se ao menos ele não tivesse descoberto! E agora quanto mais tempo ia durar esta situação??
Mas a situção? Qual situação? "A situação" - respondeu-lhe o Ricardo Araujo Pereira. Depois, Zé Diogo aproveita e fala-lhe sobre os benefícios de ser um gay mago, e tudo fica por ali. Mas a espinha fica cravada na garganta. E agora? "Vai ao médico, sempre a queixares-te... tira mas é isso da garganta, assim não te percebo. Homens não há quem os aguente"- responde Valdemar!
"Me larga, me deixa, seu bobo!! Vou dizer pra mamãe!" - disse Josué, enquanto se debatia furiosamente para afastar Valdemar.
"Como assim??" - Perguntou Valdemar.
"Oh... deixa pra lá, menino!" - respondeu Josué.
Beijaram-se apaixonadamente.
"Te amo valdemar!"
"Te amo Josué!"
E depois lá veio a Morte. Ancinho, capuz preto, sem rosto. E entao, lá ficou outra vez tudo por fazer.
"Pois é, enquanto estas de ferias, ocupas o tempo com estas coisas, tá bem visto.. se tivesses Mentalidades para estudar nao andavas nesta vida andas desaparecido homem, onde te meteste??
***"
Respondi-lhe que andava por aí... a escapar às aulas de semiótica.... Mas depois lembrei-me... "Mas eu já acabei o curso!!"
Para dizer a verdade ainda não mas... só falta uma! Mas uma quê?
Uma conclusão. Esta conclusão.


Obrigado nibs, Folhas, NeVaEh, so, desnorteada, Vânia, Di, Pecola, Sérgio aka Shredder, Kat, manhoso, maria, scooby e Anonymous.

terça-feira, 25 de janeiro de 2005

Pedido de desculpas & novo desafio 

Vinha hoje a pensar, no caminho para casa, porque raio não estava o meu último post a funcionar como eu queria.
Encontrei a resposta pouco antes de cá chegar ao pc (onde por acaso encontrei uma janelinha de MSN do meu amigo Sérgio a dizer-me o mesmo).
A ideia é a de ler o comentário anterior, mas não ler os anteriores a esse. Senão, não há fio condutor para o texto, não há uma noção do que se vai ali escrevendo.
Pedindo então desculpas por esta pequena confusão, vou-vos lançar de novo o desafio, desta vez com esta regra já referida.
Vamos a isso? Eu dou o exemplo.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2005

Desafio 

É muito simples. Lembram-se daquelas folhas que passavam pela turma inteira em que as pessoas acrescentavam uma frase, sem ver a anterior, a uma história começada por alguém?
O meu desafio é simples. Eu vou começar a história nos comments. Peço-vos que tentem não olhar para as frases anteriores, para ter mais piada.
Depois haverá um post com a história produzida.
Criatividade precisa-se!

sábado, 15 de janeiro de 2005

Sono 

Mente num frenesim. Id, ego e superego todos numa luta titânica (e tirânica nas consequências) pelo domínio do cérebro. A cama revolta-se. Aconchega, mas repele. Manda a necessidade de sono às urtigas, mas mantém-me lá, sempre na esperança de o conciliar. Sonolência, torpor de corpo e mente, abrir a porta do sono e facilmente entrar... Mas a porta fecha-se.
Acordo passado 20 minutos, estremunhado. Doido. A sentir a necessidade de descansar, a sonhar as coisas mais inverosímeis. Tudo passa pela mente. Pessoas, objectos, situações, jogos, vivências.
Depois de umas horas neste ritual, os lençóis continuam a apertar. "É mais fácil dormir de dia que de noite." Suspiro.
Ouço movimentos na casa. Provavelmente, já são 7 da manhã e estão-se a levantar para mais um dia de trabalho. Tosses, ruídos vários, alarmes, água a correr, pessoas a mexer. Nunca ouço isto num dia normal. Ontem ouvi, hoje também.
Os lençóis parecem mais quentes. Parece-me fácil agora dormir um pouco. Nem que seja mais um pouco, apenas o suficiente.
Mas não. São horas de acordar.

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sábado, 8 de janeiro de 2005

Porque nem sempre. 

Estive 15 minutos a tentar decidir o que escrever. Neste blog já escrevi sobre todos os links aqui ao lado, sobre nada, sobre estados de espírito, vida, morte, paixões, ódios, situações embaraçosas, comentários afortunados, misturas várias e indecifráveis de todos estes temas e mais alguns.
Fantástico, não?
Hoje é este o meu post.
Porque nem sempre podemos ser brilhantes. Nem sempre podemos ser originais. Nem sempre podemos, sequer, ser nós próprios.

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quarta-feira, 5 de janeiro de 2005

E quê? 

Já se escrevia um post, não?

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