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domingo, 29 de maio de 2005

Pergunta retórica 2093024789752 

Quando é que uma pessoa realmente nos desilude?

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terça-feira, 24 de maio de 2005

Brilhante! 

Prometo que este é o último post sobre futebol destes tempos conturbados; mas tenho que partilhar esta pérola do nosso presidente, Jorge Nuno Pinto da Costa:

"Se há brasileiros a mais não é no F.C. Porto, é no departamento de quem escolhe o Ricardo para guarda-redes da Selecção Nacional."

Obrigado, Miguel. Sempre soube que era teu amigo por alguma coisa!

segunda-feira, 23 de maio de 2005

Avenida dos Aliados 

A Avenida dos Aliados, segundo ouvi hoje na TSF, foi o palco de festejos apressados dos adeptos benfiquistas. Obviamente, a Av. dos Aliados é (e sempre será) AZUL E BRANCA.
Tenho pena de não ter sido campeão (apesar de admitir claramente que não merecíamos..), mas por outro lado estou satisfeito. Afinal, depois deste campeonato resolvido por uma equipa de 14 jogadores, nem a "palavra de honra" do Luís Filipe Vieira chega para tirar a ideia de que, de facto, mais ninguém poderá sequer comentar qualquer título que o GRANDE FUTEBOL CLUBE DO PORTO venha a vencer.

segunda-feira, 16 de maio de 2005

Quinze-a-zero. 

A sério! Quinze-a-zero! E quem vai marcar os golos vai ser... o jogador.

terça-feira, 10 de maio de 2005

Perestrelo 

O Jorge Perestrelo foi alguém que eu acabei por tratar por tu. Era um locutor que dava gozo ouvir, pelo seu tão próprio, já aclamado e peculiar vocabulário. Ele disse uma vez, mais ou menos por estas palavras, que era "luso-angolano-brasileiro" na forma como relatava jogos - não posso concordar mais.
O Jorge (perdoem-me tratá-lo assim, mas era mesmo assim que eu o via) relatou jogos do meu FCP, do SLB, do SCP, do Boavista, entre outros, com emoção e patriotismo, e relataria do Caçadores das Taipas e até do Ramaldense com a mesma emotividade. Lembro-me de ouvir, e de me arrepiar todo, com o relato do FCP - Mónaco (da final da Liga dos Campeões do ano passado), no momento do segundo golo, do Deco.
"Queremos agradecer aos Deuses do Futebol..." - o início é dele. Acabo-a eu, dizendo "... o facto de te termos ouvido os relatos durante tantos anos."


quarta-feira, 4 de maio de 2005

Casamento e adopção por parte de casais gays 

Este assunto aparece neste blog porque senti necessidade de o abordar. Após a aprovação do casamento gay em Espanha, o tema surge com mais frequência em conversas de café e de família.
A lei recentemente aprovada na terra vizinha modifica o código civil para introduzir a seguinte frase: "o casamento terá os mesmos requisitos e efeitos para casais do mesmo sexo como tem para casais heterossexuais". Um total de 183 deputados do Congresso dominado pelos socialistas (PSOE), que têm 164 cadeiras, votaram a favor, 136 votaram contra e seis optaram pela abstenção.
O argumento utilizado pelo porta-voz para os movimentos sociais do PSOE, entrevistado pela SIC, para a defesa do casamento gay e lésbico é: "Pois se têm obrigações e deveres iguais, também têm que ter direitos iguais!"

Vamos por partes.

- União de facto/Casamento:

Só porque têm uma opção sexual diferente, os casais homossexuais não se podem unir como eu com uma mulher, já que sou heterossexual? Os casais homossexuais não são mais nem menos que os casais heterossexuais.
Quanto a casamento, no sentido cristão do termo, vai demorar muito. Demais até. Mas apoio completamente, até porque Cristo dizia que somos todos iguais aos olhos de Deus. Eu sou cristão, apostólico romano, mas não sou cego, nem surdo, nem avesso à mudança.
Quanto ao argumento já gasto, de tão utilizado, de a união ser anti-natura, ou porque a ordem natural das coisas impõe a relação homem/mulher... deixem-se de ideias retrógradas.

- Adopção de crianças:

Apesar de concordar com os detractores em como a medida vai ter o seu custo inicial para as crianças consideradas "pioneiras", é inevitável que seja implementada à mesma.
Ou quando crianças negras se começaram a integrar em escolas dominadas por pessoas de cor branca não foi uma situação complicada? Ou crianças negras, adoptadas por famílias de brancos, não foram olhadas com estranheza e foram alvo daquela "crueldade" tão genuína das crianças?
Uma criança adoptada por um casal homossexual terá tanto amor e carinho como de um casal heterossexual nas mesmas condições. Não tenham dúvidas disso.
E, por favor, não me venham dizer que a criança será perturbada em qualquer aspecto na sua educação. Só porque é adoptada por um casal homossexual, a criança não se tornará homossexual. Só porque é adoptada por um casal homossexual, não ficará com um trauma para o resto da vida "só porque os outros meninos têm uma mamã e eu tenho dois papás".

Será complicado, com certeza. Mas o caminho é esse. Porque a sociedade tem que se adaptar aos novos tempos. E, por isso, aplaudo a decisão do Governo espanhol, esperando que seja apenas a primeira em todo o Mundo.

Terei sido o único? 

Provavalmente, fui o único Português (já para não dizer Portista...) que ADOROU ver o Liverpool eliminar o Chelsea da Liga dos Campeões..

segunda-feira, 2 de maio de 2005

Bem... 

... Como não tenho nada para escrever, ao menos distraio-me a mudar a música do blog.

p.s. Obrigado pelas sugestões, estão anotadas e seguirão os devidos trâmites legais para uns posts futuros. Simplesmente agora não me apetece escrever nada.

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