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quarta-feira, 30 de novembro de 2005

Sim. 

Eu também.

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terça-feira, 29 de novembro de 2005

Moldar 

Não gosto de me moldar. Detesto, para ser honesto, fazer sacrifícios - mesmo que, muitas vezes, sejam para o meu bem. Porque não gosto, pronto. Porque eu sou eu, e os outros que se «prejudiquem» (este blog pretende ser sério, daí o policitamente correcto).

Tudo desemboca no que te afecta ou não. Seja o que for, se te afecta, pode ser alterado, não? Até porque sabes que podes aliviar e alegrar alguém pelo esforço que fazes - ou, pelo menos, que pretendes fazer.

Mesmo que o objecto do esforço (e não a pessoa pela qual o tás a fazer) não o mereça, e nem sequer deva ser objecto de consideração. Porque passa e fica; porque é sem o ser; porque surge quando menos o esperas; porque sabes que te influencia de forma negativa; porque é tudo o que não pretendes que seja, e não é o que queres que seja. Porque, muito simplesmente, não gostas dos moldes em que se apresenta na tua vida.

Mas existe. E está lá, quer tu queiras quer não. E a pessoa por quem estás a fazer o esforço merece que o faças.

Percebeste?

Por vezes, confesso, não me apetece fazer o esforço. Apetece-me, simplesmente, disparatar e exigir. Pedir coisas que não posso. Não devo, e não posso. Porque não mereces. Mas eu também não mereço.

Percebes?

E por vezes, a dicotomia incomoda-me. E preferia que não o fizesse.

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sexta-feira, 25 de novembro de 2005

Acidente logo pela manhã... 

Bem, eu vou relatar o acidente que vi hoje de manhã na A1 (quem apanhou fila perto de Antuã, no sentido Norte/Sul, já sabe do que se trata)...

Eu ia descansado na faixa da esquerda, nos meus módicos 140 km/h (já sei, sou um assassino, irresponsável, blá blá blá), e de repente vejo um VW Golf a sair da faixa da esquerda e a atirar-se directamente para a valeta, capotando logo a seguir ao atingir aquele desnível que delimita a faixa de rodagem dos campos em redor (nada de rails, portanto).

Parei logo de seguida, peguei no telemóvel e liguei de imediato para o 112, enquanto me dirigia para o local do sinistro. Fui dos primeiros a lá chegar, e apercebi-me que estavam 2 idosos dentro do automóvel, enquanto chegavam mais pessoas que tentavam ajudar as pessoas dentro do automóvel a sair. (a sra. do 112 bem disse que era um procedimento errado, mas estavam ambos conscientes, mexiam-se ambos sem dificuldades e eu não conseguia impedir 10 pessoas de retirar as pessoas de lá...)

Os senhores acabaram por sair mais ou menos ilesos (o condutor estava a deitar sangue da cabeça, provavelmente rachou, mas estava bem) e a senhora, que suponho fosse sua esposa, saiu do automóvel capotado sozinha, e estava sem ferimento algum.

Entretanto, fui-me apercebendo do que aconteceu. Então, pelas palavras do próprio senhor, o automóvel da frente travou de repente (apeteceu-me logo perguntar-lhe se estava a cumprir a distância de segurança...) e ele, para não lhe bater, desviou-se. Segundo uma senhora que lá estava (nervosíssima, quase a chorar), ao travar e desviar-se o automóvel furou o pneu dianteiro do lado direito (facto, verifiquei eu próprio, apenas não sei se de facto o furou antes ou depois de capotar), dando origem à perda de controle do automóvel.

Felizmente, não aconteceu nada de grave - para além de menos um VW Golf durante uns tempos nas estradas. O irónico é que a senhora ia para uma consulta no médico, e que se o condutor tivesse respeitado a distância de segurança e, provavelmente, verificado a pressão dos pneus, nada disto teria acontecido (ou teria?).

Conduzam com segurança, pessoal! Boa viagem!

P.S. Estive lá entre 5 a 10 minutos, e a assistência ainda não tinha chegado - não critico, mas gostava de saber quanto tempo costumam demorar, em média, nestes casos. Por outro lado, já se formava a fila do costume, porque o bom português tem que ver tudo o que acontece aos outros e este acidente tinha o bónus de o condutor estar ensanguentado. É o País que temos...

quarta-feira, 23 de novembro de 2005

Frase do dia: 

"Ó estrela, queres cometa?"

terça-feira, 22 de novembro de 2005

Automóveis 




Desde miúdo que gosto de automóveis. Lembro-me de ir ao Ferreirinha (uma preciosidade de tabacaria na Foz do Douro) comprar, todos os domingos, um carrinho da Majorette para depois brincar com ele. Nunca parti um carrinho propositadamente, e doía-me sempre mais doar um carrinho do que um peluche, um livro, umas calças, ... Ainda hoje é um pouco assim.

Tudo isto porquê? Os automóveis acompanham-me e vão-me acompanhar na minha vida, e gosto de me sentir ligado a esse Mundo. Confesso-vos: não percebo nada da parte mecânica, mas gosto de saber como é feito; no entanto, o que gosto mesmo de de saber são as características dos modelos, os seus motores, os seus comportamentos, as análises feitas pelos donos dos próprios, e apaixona-me a troca de ideias (quem me conhece sabe do que estou a falar).

Daí aparece o Fórum AutoHoje Online (AHO para os amigos) - e a Brigada do Repost. Querem descobrir um pouco mais?
Cliquem aqui ou ali em cima, e boa sorte. Olhem que quando se começa... É difícil parar.

sábado, 19 de novembro de 2005

Só me apetece dizer isto: 

Bah.

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segunda-feira, 14 de novembro de 2005

Surpresa 

Quando parece que é quase impossível surpreenderem-nos, eis que surge algo que só prova o contrário. E nos faz sentir ainda mais felizes.

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segunda-feira, 7 de novembro de 2005

O mistério das calças de ganga 

Sábado, um dia como qualquer outro. A moleza do fim da tarde apoderava-se do meu corpo, apesar da expectativa para o jogo de futebol entre amigos marcado para as 20h30.
Vestir qualquer coisa (é um facto, qualquer trapinho me fica bem... ) e vamos lá à vida, que se faz tarde e não me apetece estar de fato-de-treino.
Bom, então vamos buscar as calças de ganga ao guarda-vestidos. Tiro as que mais gosto, ligeiramente mais longas e mais simples, e com uma côr mais coçada.
Aí começam as dúvidas: "Que coisa vermelha bordada é esta no bolso interior direito?"; "Estou assim tão gordo?" e "Nunca tinha reparado que estavam tão coçadas!".
Como já devem ter percebido, aquelas calças não são as minhas - aliás, não são realmente minhas. Surgiram no meu guarda-vestidos, lavadas e passadas pela minha mãe, e não são minhas.
Agora surgem as questões óbvias:
"Tu andas num ginásio, deves tê-las trocado lá!" - Não. Senão também teria trocado o cinto, e o cinto é o mesmo. Sim, tem uns sinais distintivos do uso, este cinto é mesmo meu.
"Oh, se calhar nem reparas e o cinto pode ser muito parecido!" - Ok, é possível. Mas estas calças são largas e curtas, era impossível eu não ter reparado que as calças não eram minhas quando as vesti no final do treino. Até porque são calças de mulher.
"Ah, seu maluco, calças de mulher.. Tás um belo travesti ou andas metido com baixinhas e gordas!" - Não, nem uma coisa nem outra.
"Tens empregada, ela se calhar pôs a lavar lá umas calças, levou as que estavam mais à mão e nem sequer reparou!" - Era uma grande possibilidade. Para além da falta de confiança que passava a existir por ela estar a usar a minha máquina de lavar com as trouxas dela, já falamos com ela, e diz que não lavou lá nada nem sequer trocou nada.
É oficial. Nao sei o que se passou e preciso da vossa ajuda.

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sexta-feira, 4 de novembro de 2005

Há (muitos) dias assim... 

... em que o sol nos acorda e nos acompanha o resto do dia.

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