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terça-feira, 24 de janeiro de 2006

Parece-me... 

... que as boas notícias seguem dentro de momentos...

quinta-feira, 19 de janeiro de 2006

Murmúrio 

Murmuram-te ao ouvido que as coisas que pensas e dizes são apenas reflexos de sentimentos. Que não vês aquilo que tens como mais certo.

Que não sabes o que dizes. Que estás influenciado, e que por isso não pode ser verdade. O murmúrio continua, dizendo suavemente que acredita no que dizes. É verdade, acredita que vejas tudo isso, apesar de os espelhos da alma e da realidade dizerem o contrário.

Eu vejo bem. E cada vez melhor. E cada vez mais o teu murmúrio não faz sentido.

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2006

Saudades? 

Como muitos de vocês sabem, eu acabo por ainda estar bastante ligado ao mundo académico. Seja através de relações profissionais, seja através das relações pessoais, os estudantes e a sua vida (que há tão pouco tempo deixei/deixamos) têm vindo a acompanhar-me nesta nova fase da minha vida: a do mundo do trabalho.

Daí eu não estranhar o conjunto de lembranças que me surgiu hoje de manhã, enquanto ainda estava a tentar discernir o que era realidade e o que era sonho.


(imagem retirada daqui)

Lembrei-me de épocas de exames passadas. Tão longe e tão perto, naquela cidade dos Arcebispos que ainda hoje me apaixona e me faz sentir a sua falta. Aqueles tempos em que a preocupação fundamental era estudar, estudar, comer, dormir, estudar, estudar, FIFA, televisão, ler livros lúdicos, ouvir música, falar até altas horas da noite, acordar cedo para tentar estudar.

Lembro-me que uma vez acordei cedo, para estudar, e encontrei o Pedro ainda antes da passagem da minha famosa meia-hora de boa-disposição matinal. Nunca me esquecerei da cara dele, de felicidade, a desejar-me "Bom dia", ao que a resposta foi pronta e sagaz: "Vai para o c@r@lho!"

Lembro-me de ver os Eurogoals. Lembro-me, aliás, que tudo o que dava na televisão era mais importante do que qualquer coisa que quiséssemos estudar. Lembro-me dos resumos que o Pedro fazia e que eu depois aproveitava para mim - sim, mas enquanto ele fazia isso eu lia as obras todas, não julguem que eu era assim tão aproveitador! Depois explicava-lhe o que não era tão claro nos resumos, pois faltava o contexto. Lembro-me de o Paulo ser o mais sabedor dos três - era o que estudava menos, mas o que aproveitava melhor o tempo, sem dúvida.

Curioso como me lembro muito bem de todos os intervalos que fazíamos no estudo. Para ir almoçar/jantar (a correr) aos restaurantes lá da zona, ao Braga Parque beber um daqueles refrescos de café fantásticos no Storia (antes de ser pré-pagamento, claro) ou simplesmente ir dar uma volta à papelaria lá da frente (com o usurário do senhor Paulo), ou comer qualquer coisa no Bar Europa (com os seus dois donos apaneleirados), no Orla Marítima e/ou no Eclipse. Não esquecer a pizzaria, que ia sempre mudando de mãos, mas onde havia umas pizzas fantásticas.

E os intervalos dentro de casa? Jogar FIFA, jogar aquele futebol improvisado com bolas do McDonald's na sala, dar toques com uma bola de futebol normal, sentar no sofá simplesmente a conversar, ir à varanda, ver o que estava a dar nos canais de música e rir com as novas tendências musicais, os telefonemas infindáveis de cada um, as conversas à noite, a amizade com que cada um de nós escutava os pensamentos, receios e alegrias dos outros. A vida sorria-nos, tal como faz agora, apesar de o fazer em moldes muito diferentes.

E os apontamentos? Ir à casa da So, Emília, Francisca e Liliana, onde também moravam por vezes a Isabel e a nibs, buscar os apontamentos milagrosos que nos permitiam estruturar melhor o estudo. Marrar incrivelmente aquelas pequenas folhinhas, sempre sujeitos a interrupções da mais variada espécie (fosse um berro do quarto ao lado, um grito de satisfação vindo da cozinha, a espreitadela na Caverna para ver que o seu ocupante dormia já refastelado debaixo dos lençóis, apesar da promessa de que iria estudar), para depois no exame poder explanar a sabedoria.


(imagem retirada daqui)

Muitas vezes, obviamente, com auxiliar de memória. Confesso que o meu auxiliar de memória sempre foi o companheiro do lado. O Nuno que o diga, que tão indignado ficou por eu ter copiado até num exame de consulta. Lembras-te? Já para não falar dos fantásticos exames de Audiovisuais.. Quem se lembrar que se acuse!

Era um ambiente diferente que se vivia nessas alturas do ano: Janeiro - Fevereiro, Junho - Julho, e por vezes Setembro. Era o companheirismo no seu expoente máximo, com a presença de pessoas como o Moura e o Tozé, a Cátia, a Raquel e a Ruca, o Pogo e os Smashing Pumpkins, o Bruno e a Olga, a Di através dos seus resumos, o Mythos e o inseparável Risco, ...

Lembrei-me. Só isso.

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terça-feira, 3 de janeiro de 2006

Mais alguém reparou... 

... que ontem foi dia 2?

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