<$BlogRSDUrl$>

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2006

O Segredo? 


(foto retirada daqui)

Já estava para escrever este post há uns tempos, pois vi o filme "O Segredo de Brokeback Mountain" há já aproximadamente duas semanas. No entanto, ainda não tinha tido a disponibilidade para o fazer, e portanto decidi tomar essa iniciativa hoje.

Honestamente, esperava muito melhor. E quando escrevo "muito melhor" quero mesmo escrever MUITO melhor. Para além das paisagens e cenários simplesmente muito belos, parece-me que se empolou muito este filme. Porque é que escrevo isto? Porque o argumento não é, de facto, nada de especial.

Mas vamos por partes. O filme desenrola-se no Antigo Oeste, onde todos temos a noção que nos é incutida desde crianças que tudo era duro (e nisto, de facto, nada mudou com este filme...), as pessoas eram fortes e justas, e os cowboys iam para os saloons para conhecer melhor as dançarinas. Só que Ang Lee recorda-nos que não era só isso, e deu-nos a sua perspectiva de dois homens com uma paixão homossexual e que tornam essa relação uma realidade. Ora, não só isso não me choca nada, como acho até devia acontecer bastantes vezes, pois nessa época também haveria, tal como há hoje, homossexuais. Seria fácil ter uma relação desse género? Não, com certeza que não - tal como não é hoje.

E durante o filme a situação vai evoluindo, crescendo, até o final sentimental do costume numa história de amor.

E pronto, podia ter acabado aqui esta minha crítica.

No entanto, o filme está nomeado para os Óscares, entre os quais o de Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Actor e Melhor Actor Secundário.

Então, prossigamos. Para além do que já escrevi, o restante argumento é um redondo zero. É que se torna uma pasmaceira. Sim senhora, muito bem, este filme terá a sua importancia em termos de abertura e consciencialização da nossa sociedade - mas não é motivo para tanta aclamação da crítica, pelo menos do meu ponto de vista.

Esperava mais. Muito mais do filme. Reparem: até concordo que ambos os actores têm uma boa interpretação, que os cenários são fantásticos, e que o retrato da época é interessante... mas daí a ser o melhor filme do ano (e se calhar até é o melhor entre os nomeados), tenham lá paciência, não concordo nada.

Para terminar, refiro só uma coisa - não sou anti-gay. Nem tem nada a ver com isso. Estou a analisar o filme por si só, e penso que se fosse uma história exactamente da mesma forma, mas com protagonistas heterossexuais, o filme era mais um: banal, normal, fraco, e para ver num sábado à tarde numa TVI perto de si. Só lhe dou o mérito de relatar uma paixão homossexual sem grandes pudores.

É a minha opinião. Podem divergir à vontade, os comentários estão aí para isso.

História sem nexo nem sexo. 

O meu antigo Professor Ângelo Peres, que é um dos donos da Widescreen, enviou-me nestes últimos dias um item que eu aguardava com curiosidade, apesar de não fazer ideia do que seria.

Eu explico. Recebi uma mensagem no hi5, esse antro de perdição, em que o Professor declarava que me desejava enviar algo que tinha em seu poder e que gostaria de partilhar comigo. Assim sendo, rapidamente lhe enviei a minha mensagem com a minha morada, e aguardei com expectativa a encomenda.

Encomenda essa que chegou na passada segunda ou terça-feira, não me recordo muito bem (Alzheimer é, no mínimo, complicado). Era um DVD, produzido pelo próprio Professor, com um trabalho realizado por elementos da turma no já longínquo 3º ano da Universidade, no âmbito da Disciplina de Audiovisuais.

O nome do trabalho é "História sem nexo... nem sexo". Não fui um dos autores do trabalho, mas sim apenas um figurante. Acabei por ter alguma relevância porque acabei as filmagens a rebolar no chão a rir-me, e a imagem final do trabalho é um freeze à minha risível figura no chão limpíssimo (...) da sala de aula 201, no CP1 (sim, lembro-me como se fosse ontem), enquanto passa o genérico com o nome dos autores do trabalho.

Estão lá pessoas como o Ricardo (professor e protagonista), Sónia Marques (outra protagonista), Filipa, Olga, Odília, Pogo, Nuno, Isabel, Vítor (apenas em voz, a fazer a dobragem do Nuno...) e eu próprio, entre outros - apenas refiro os que são algo mais do que figurantes.

Suponho que o Professor não se importa que deixe aqui o seu contacto para eventuais interessados no trabalho. Assim, o e-mail é angelo.peres@netcabo.pt. Vale bem a pena, confesso. Ri-me à gargalhada ao ver aquilo tudo de novo.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2006

É. 

Por vezes simplesmente não sei. Tudo é demais para mim, tudo é grande e inesperado.

Já to disse várias vezes: simplesmente, não estava à espera. Aguardava com (im)paciência, sabia que viria a acontecer um dia, mas não estava à espera.

Sou feliz, claro que sou feliz. Muito.

É, não é?


(Deidre Scherer - "Two Hands Joined")

Etiquetas:


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006

Primeiro post escrito na SC - Toyota 

Formato open space, pessoas simpáticas q.b., algo estranha a sensação até porque é o primeiro dia. Mas parece-me interessante trabalhar no ramo automóvel, confesso.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006

Boas notícias! 

Durante seis meses, andarei por aqui e aqui!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2006

Finalmente! 

FC Porto corta relações com a claque dos SuperDragões.

Eu acho muito bem. São apenas um bando de arruaceiros que ganha imenso dinheiro com o clube, que comete atrocidades em nome do FCP, que leva o nome e a reputação dos adeptos do FCP à lama, e que serve de guarda pretoriana em vez de apoiar o clube... Apoio a 100% esta atitude.

Só tenho pena que fosse preciso tentarem agredir o treinador do FCP (com o qual também não simpatizo, mas não me parece que aquela seja a melhor forma de o demonstrar...) para se tomar semelhante decisão.

This page is powered by Blogger. Isn't yours?