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sábado, 30 de junho de 2007

Que ENORME concerto, meus caros! 

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segunda-feira, 25 de junho de 2007

Dúvida do dia: 

O que fazer quando vemos o que já víamos e não sentimos o que sentíamos?

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quinta-feira, 21 de junho de 2007

Redescobrir o Eu 

A recuperação do "Eu", sejas tu quem fores, passa por fases. Umas boas, outras más. Com a ajuda de todos; porque, às vezes, é difícil de passar por tudo sozinho. E é importante reconhecermos que nos falta algo para mudarmos a nossa vida para melhor. E o melhor implica crescer, e analistar tudo o que passamos - e ouvir os outros. Mesmo que não façam ideia do que estamos a falar. Não é?

Ou seja, somos como casas (sim, eu sei, ando muito metafórico, por isso utilizo uma comparação. Qualquer dia chegarei às onomatopeias). Recuperamos as fundações, os princípios base, e limpamos o lixo que acumulamos na cave. E, como em qualquer situação complicada, entramos de novo nas casas de outras pessoas, numa reentrada que parece encenada. Em que parece que não crescemos nada. E que procuramos algo.. Que já tivemos e que era fácil voltar atrás para ter. Ou tentar ter.

Em resumo, que parece pouco pura - e é normal que o pareça.

E cabe-nos a nós próprios mostrar que crescemos. E mudamos. E que, mesmo não tirando qualquer hipótese do nosso futuro (porque é isso que a vida nos ensina), não pretendemos nada. Nada. A não ser normalidade - dentro da possível, dadas as circunstâncias. E a normalidade é a redescoberta do Eu. E a frontalidade, que nos caracteriza, seja ela brutal ou não.

E é normal que se duvide, repito. Ou não repito, não sei se já o disse. Eu também duvidaria. Resta-me provar o que valho.

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quarta-feira, 20 de junho de 2007

A cadeira faz sentido 

Senta-te na cadeira. Respira, vê como as pessoas se posicionam. A medo, de início, porque a sala é muito grande. Esta não tem lugares marcados - aqui só entra quem quer, e senta-se onde quer. Um lugar serve para muitos, não há que ter medo. Cabemos todos.

Naquela sala majestosa, ou modesta, em que se desenrola toda a peça de teatro em que vives, as cadeiras vão sendo ocupadas. Sim, é outra metáfora, como a do quadro. Cadeiras ocupadas e vazias. Ocupadas durante o dia, vazias à noite - vazias de dia, ocupadas à noite.

Repara, digo-te, parece que sobe o pano. Ou desce o pano? Não, o pano nunca subiu nem desceu, ele já estava assim. Assim como? Assim. Ponto. Aguardo o acto seguinte (sentado, numa dessas cadeiras de veludo), em que haverá algo mais. Aguardo pacientemente, não tenho pressas. O relógio anda devagar.

Entretanto, mentaliza-te. A vida é um teatro. Em que tu raramente és espectador. Em que, raramente, tens a possibilidade de "olhar de fora". Em que, se vires mais tarde, apercebes-te que, se olhasses de fora, perceberias. Por vezes, sem sombra de dúvida, tudo o que parece é. Os actores, esses malditos, é que enviesam as coisas.

Apercebe-te, levemente e devagar, que andaste a expiar pecados. Se calhar, ainda andarás mais tempo. No fundo, no fundo, tu sabes porque é. Apercebe-te disso aí sentado. E também te apercebes, caríssimo, que todos temos o que merecemos.

Cada vez faz mais sentido.

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terça-feira, 19 de junho de 2007

Cartaz ou quadro? 

É fácil encher paredes com cartazes. Quadros vivos, onde vamos inserindo de tudo um pouco: pessoas, vidas, paisagens, objectos, vivências. No fundo, aqueles bocadinhos de dia-a-dia que vamos guardando. Que vamos levando connosco.

Creio que o nosso interior é, no fundo, um conjunto de grandes paredes onde vamos colocando quadros. Esses quadros, que por vezes não são mais do que cartazes - fugidíos, rápidos e eficazes. Como mensagens publicitárias, que à velocidade da luz vão contando a nossa existência, tornando-a mais rica.

A diferença entre quadros e cartazes? A intensidade, julgo eu. A forma como nos marcam.

No caso das pessoas que por nós vagueiam, é ainda mais óbvio: quem vem e quem fica, quem vem e vai; e quem vem... E, na realidade, nunca veio.

Nunca chegou a ser. É, no que nos concerne, uma tela em branco. Uma impressão nova, branquinha em folha, para formar. Por isso é bom conhecer gente nova, e retomar gente "velha" - encher, preencher e reencher os quadros.

Para desenhar e redesenhar cartazes. Que por vezes são quadros. Nas grandes paredes da alma. Que tem sempre mais um espaço, um espacinho que pode vir crescendo, para alguém que nos conquiste ou nos reconquiste.

Porque nós somos assim: capazes de tudo.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

O tempo. E a vida. 

Os morangos, a música, os posts lamechas, as frases enigmáticas e sempre direccionadas. Lembranças várias de outros tempos, que condizem com o tempo que vivo hoje. Fora e dentro. Acho mesmo que tudo depende do tempo. E da hora. E dos minutos e segundos. Porque o tempo, seja ele qual for, é um excelente exercício de abstracção.

O tempo mostra-nos a verdade. Dá-nos um vislumbre do que já passou, e ensina-nos o futuro. E o tempo... Molha-nos, seca-nos, aquece-nos, neva-nos até. Depende da altura. Depende do timming. Depende da vida que levamos.

Ou, eventualmente, daquilo que sentimos. Que transborda, sem nunca terminar. Será imparável? Sim, é aquele sentimento estranho, que ora nos assalta, ora nos faz viver mais. Ou nos faz orgulhar de nós próprios. E nos diz que voltar atrás... É derrota. Porque era renegar o misto de alívio e tristeza, e voltar ao mesmo. Nunca, claro. O mesmo nunca será aceitável - detesto contentar-me apenas com algo.

E nós, os perseverantes, não vivemos derrotados. Não. Nós vivemos vitoriosos, e se temos uma derrota momentânea, chutamo-la para canto. Porque ela nunca vencerá.

Eu vencerei sempre. Mesmo que perca a noção do que faço. Mesmo que me sente apenas, à espera. Ou se estiver de pé, a andar em passos inseguros. Ou até firmes. Não sei. Talvez os passos estejam a ser dados na direcção certa.

A direcção certa escolho-a eu, não é verdade? É aquela que nos separa do abismo, da loucura, do peso das frustrações. Do peso da vida, e dos deslizes, e das coisas que tentamos e nunca conseguimos (e nunca conseguiremos) esquecer.

Porque há coisas, meus caros, que nunca se esquecem. Não é verdade?

(Há uns tempos que não havia disto no blog...)

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terça-feira, 12 de junho de 2007

Fala-se algures do deserto 

Deserto que pode ser visto de muitas formas. O deserto de ideias; o deserto de sentimentos; o deserto, simplesmente, com areia. A imensidão da solidão, digamos assim.

Deserto. Ponto.

Como nos transformamos num deserto? Quereremos transformar-nos num desses sítios áridos?

E, já agora, uma pergunta: num deserto nunca mais cresce algo?

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sábado, 9 de junho de 2007

Então, vocês têm nove dias para comprar... 



para depois até vos deixar ver isto



quando estiverem a dar uma voltinha. Vale?

P.s.: É um Alfa Romeo GT, 3.2 V6. Só por encomenda! Boa sorte, têm nove dias para mo dar!

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quinta-feira, 7 de junho de 2007

Mahna Mahna... :) 

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domingo, 3 de junho de 2007

Pensamento 

Por vezes, tenho a certeza que sim. Por vezes, acho que não.

A solidão está aí. Por vezes.

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