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segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Comentários precisam-se! 

Falando um pouco sobre a proliferação do assunto "sexo" nos meios de comunicação social, e seus efeitos nas pessoas, nomeadamente nas saídas à noite das jovens de 12/13 anos da Ilha Terceira (Açores), que não têm pejo em "anunciar o seu potencial sexual", comenta Joel Neto:

"Chamem-me obtuso, mas eu acho que isto não é uma tentação. Eu preferia quando o sexo era uma tentação. Um pecado, uma redenção, um entretém - mas a dois."
Joel Neto, in Notícias Magazine, 25/08/2007, p. 56

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sexta-feira, 24 de agosto de 2007

E hoje, infelizmente, bateram no meu carro. 

Carro novo, dois anos ainda por fazer, 76.000 kms.

Ia eu todo contente a caminho do meu cafézito diário e qual não é o meu espanto quando, num entroncamento perto de minha casa, vejo um automóvel a sair de uma rua sem prioridade (à minha direita, realizando então a curva para a esquerda) com toda a pujança, quase batendo no carro que ia à minha frente.

Não tive outra reacção que não a de travar (nunca se sabe, né?), e eis quando me apercebo que o outro automóvel não desfaz a curva, dirigindo-se para a minha lateral esquerda. O automóvel acaba por tentar desviar-se, infelizmente não a tempo, batendo e raspando a minha lateral esquerda.

A minha reacção foi, infelizmente, a de virar o volante para a direita (apesar de estar praticamente parado), tendo o outro condutor (no caso, uma senhora dos seus 60 anos) batido na minha lateral esquerda, incluindo a roda. Ou seja, quase certo que tenho o eixo, semi-eixo, whatever, partido.

A senhora sai do carro dizendo que eu é que tinha batido nela. O costume. Eu afirmo, claro, que foi ela que me bateu e que invadiu a minha faixa. Naturalmente, chamei a polícia de trânsito, que foram muito prestáveis e simpáticos.

O meu carro ficou na posição em que ela bateu, sendo que ela anunciou que deslocou o dela (situação impossível, visto que o eixo dela também partiu. O carro dela parou onde tinha que parar, simplesmente.). O meu carro é o único que aparece no auto da polícia.

O meu problema é que a rua, como podem ver no esquema em baixo, não tem marcações no chão. Se tivesse, estava arrumado, ela tinha entrado na minha faixa, boa noite e um queijo. Como não há marcações, teve que se medir tudo.

A coisa vê-se bem pelo esquema, mas deixem-me alertar-vos para quatro situações:

- a marcação da estrada é inexistente;

- eu vou mais a meio da estrada porque aquela paragem de autocarro que vêem no esquema é daquelas em estrada não-asfaltada, apenas de pedra, e toda a gente que passa ali tenta desviar-se porque há ali um buraco e a malta não gosta de lixar as suspensões;

- tenho uma testemunha, o problema é que a mesma ia dentro do carro;

- a polícia de trânsito, que eu chamei de imediato, mediu a estrada e o meu automóvel para verificar se eu estava dentro da minha faixa (que é certo que estava, mas como nunca se sabe...)

ESQUEMA:



Como devem imaginar, estou um bocado F@DID@! Agora tenho que ir buscar o relatório à Polícia. Se eles me disserem que estou dentro da faixa, penso que estou safo.

Mas é muito triste ter um carro novo praticamente condenado.

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quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Encontros, reencontros e cidades plantadas na memória 

Voltar à beira-ria. Ver de novo tanta e tanta coisa. Sentir o frio. Sentir o calor. Sentir o nervosismo. Ver. Olhar. Reconhecer. Sentir. Olhar de novo. Olhar muitas vezes. Porque os reencontros acontecem, ou podem acontecer.

Chego. Estranho. Entranho. Nervos. A cidade absorve-me. Depois de tudo, envolve-me, mostra-me o que deixei para trás. Tudo, ou quase tudo. De forma estranha, vagueei por uma cidade que não a minha durante algum tempo. Como espectador e já não como actor da peça, passei por lá, por ali, pelo Pingo Doce, pelo local do crime. Vi e entrevi locais conhecidos. Vi, ao longe, sítios conhecidos e iluminados por luzes automáticas. Parei em alguns cruzamentos. Vi placas a dizer Aveiro, outras a dizer Esgueira. Vi placas que conheço de cor e salteado. Vi caminhos que conheço de cor. Parei à beira de viadutos perdidos. Locais da tristeza. Locais de alegrias e sorrisos. Saboreei os momentos.

Aveiro mostrou-me a sua face mais bonita. Mostrou-me que me perdoava a ausência. Mostrou-me que me entendia. Mostrou-me que, quando quiser, posso ir lá.

Hoje fiz as pazes com Aveiro. Com a cidade e com as memórias. Agora sinto-me mais livre.

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segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Pensamentos Soltos 

Regressos. Do nada. Do sempre. Do presente. Vários pensamentos desordenados. Regresso. A cidades. A vidas. A pessoas. A palavras. A sensações. A variadíssimas maneiras de ver uma vida que vai andando, inexoravalmente, num rumo que não está definido.

Indefinições. Sentimentos atrasados e ainda, e durante uns tempos, presentes. Saudades. Querer. Vontade. Poder. Deboche. Atrevimento. Gula. Vontade. Verdade. Mentira. Descaramento. Indignação. Hipocrisia. Pátria. Estrangeiro. Friozinho na barriga. Desejo.

Medo. Ou será receio? Vida. Laços. Família. Amigos. Inimigos. Desilusões. Confirmações. Visionamentos. Apreciações. Gostos. Gestos. Palavras. Olhares.

Portugal, Espanha, Bélgica. Bélgica. Bélgica, Espanha, Portugal.

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sexta-feira, 3 de agosto de 2007

E como, de um momento para o outro, ... 

... nos tornamos Sementes.

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