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terça-feira, 30 de outubro de 2007

Curioso. 

É curioso chegar a um ponto da vida onde não temos, rigorosamente, nada a perder.

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sábado, 13 de outubro de 2007

The Wankel Way 

Alguma vez tiveram aquela sensação de mau-estar interno? Que as vossas entranhas se sentem mais vulneráveis, se vão mantendo na defensiva, num aperto esquisito que vos vai mantendo àparte de algumas pessoas que vos rodeiam? Aquele aperto que vos sobe pelo peito, vos chega à garganta, e que só passa quando o vosso cérebro muda de assunto?

Sinto-me um estranho, por vezes. Apenas por estar fechado num mundo que é só meu, onde me recomponho e me curo de situações passadas. Não apenas de uma, mas de algumas. Nós valemos, digo eu, também pela capacidade de compreensão e de perdão.

Mudanças de horários, de prioridades, de vida. De companhias, de vivências, de vícios e de labutas. De pessoas. Pessoas e mais pessoas, girando à minha volta sem nunca entrarem verdadeiramente.

E as antigas pessoas, as que por aqui sempre se movimentarão, obedecem aos seus próprios ciclos de vida. Vida que não se compadece, pelo que se vê, com as coisas que se passam nas vidas dos outros. É possível que as relações humanas sejam, de facto, equilibradas? Como um motor que nunca pára, com ciclos infindáveis?

Aqueles ciclos em que todos nos movemos, qual rotor dentro de uma câmara, onde há tempo para tudo: admissão, compressão, explosão e exaustão.

Assim:



Para mim, é assim que o Mundo gira. Eu sou o triângulo no "Wankel way".

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