<$BlogRSDUrl$>

domingo, 30 de dezembro de 2007

Pensamento 

Há momentos medidos pela intensidade de um sorriso. Que nos persegue nas horas fugidias do sono, no quente e frio da realidade e que habita, mais tarde, na imaginação de quem o sente na pele.

Sortudos os que sentem sorrisos e, porque não?, olhares e toques na pele. Os que os partilham, com o medo próprio de teenager a olhar em redor, a sentir coisas novas. Os que descobrem algo de novo na fila atrás. Mesmo atrás.

Hoje a noite desvaneceu-se no sol da manhã. Mesmo enublado, o dia continua a sorrir.

Etiquetas:


quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Prendas que prendem 

O Natal, para mim, começou mais cedo. Começou naquele momento infalível, de que me lembro tão bem. O momento em que a vislumbrei no embrulho.

As prendas que não pedimos. Prendas que prendem.

As prendas que nos prendem surgem do nada. Sentam-se por perto, olham para nós. Avaliam-nos também. Olham, simplesmente.

Com aquela maneira de olhar. Com aquele instinto tão forte. Há coisas do momento que, inexplicavelmente, nos tornam mais. Mais, simplesmente.

Há prendas que nos prendem. E que nos (in) seguram. E nos fazem sorrir.

Etiquetas:


sábado, 22 de dezembro de 2007

Figuras de vida 

Há textos que precisam de parêntesis para se sentirem vivos.

Etiquetas:


domingo, 16 de dezembro de 2007

Pensamento do dia: 

As coisas têm tendência para acontecer.

Etiquetas:


segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Divagar, como sempre. 

As situações são sempre diferentes. Sempre.

Por vezes incómodas, outras vezes perfeitas. Outras vezes chegam a ser Primárias. Difíceis, mas giras de conhecer. Há momentos bons na vida. Momentos em que o vento nos parece acariciar e levar no nosso rumo, numa graciosidade de movimentos que nos tolda até o raciocínio mais elementar.

Mas não é nada disto que te quero contar. Mas, também, não me quero expor em demasia. Não quero contar-te tudo. Quero manter os meus segredos, as minhas vivências. Com mistérios dos quais por vezes conheço a causa, e outras vezes entendo apenas o básico. Outras vezes não sei rigorosamente nada. É o chamado verdadeiro mistério.

Que também me leva, como o vento. Para longe e para perto. Para lá, seja lá onde isso for. Onde serei recebido com as mesmas sensações de sempre.

Etiquetas:


sábado, 1 de dezembro de 2007

Divagação do dia: 

Há alturas em que sabemos, simplesmente, que quem procuramos não existe. Não tem nome. Não tem face, nem corpo. Nem, tão pouco, personalidade, virtudes e defeitos.

Simplesmente, não existe.

Por nossa causa.

Etiquetas:


This page is powered by Blogger. Isn't yours?