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domingo, 27 de janeiro de 2008

Chuva adormecida 

Há noites assombradas.

Em que a lua está mais branca que o costume.

E rodeia-se a si própria de nuvens carregadas de gotas.

Gosto de sentir a chuva a adormecer nos meus braços.

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terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Não te preocupes. 

Eu não te vou deixar cair.

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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Eu sei que é de ter reservas, mas... 

Bolas, logo as duas pernas?!

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Pensamento do dia 

Hoje está sol. Mas, para mim, é como se chovesse.

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terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Post nº 500 

(Um sorriso).

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segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Tra di noi 

Alternando passos rápidos com lentos, desmarcando as gotas da chuva que teimam em entrar pela gola mais (des)prevenida, tornando aquele arrepio gélido por todo o corpo algo de normal. Evitando goteiras, poças de água e raios de guarda-chuvas alheios. Tardes passadas no Porto, em cafés onde nunca entramos. Olhar para sítios pelos olhos de outros, com os leões altaneiros. Com guarda-chuvas vermelhos. A chuva rodeia, os passos escorregam, o cabelo altera-se, os olhos riem-se. Há dias quem gostamos de olhar para cidades escondidas dentro da nossa.

Conversando conversas nunca antes afirmadas. Admitindo TIRs, por exemplo. "Que cena...", essa é a expressão certa - até porque, pelos vistos, já era esperado. Desejado, até. Confirmado no dia seguinte, digo-vos.

Sabem, admiro quem trabalha no que realmente gosta. "Tra di noi". Lemos o que conhecemos, e que, repentinamente, se tornam das coisas mais bonitas que já vimos. Porque há textos que se tornam em risos, sorrisos e felicidade. Porque é para isso que se trabalha. Em português, italiano ou russo.

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quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Sentei-me, hoje, a pensar. 

Aliás, hoje acordei a pensar. Meditei, de forma fugaz, sobre tudo e nada, nada e tudo, o que se passou e se passa, o que se vai passar e quero que passe. O sol que quero na minha vida, as nuvens que se vão adensando, a pedra que quero partir, polir e tornar recordação. E atirar ao mar das dúvidas. Seixos que nos rodeiam mas que, por mais que custe, vamos derrubar – por mais luta que dêem.

Não te esqueças: “o espaço vazio, entre as pessoas, é de explorar”, dizem alguns, mais ou menos por estas palavras. Não tenho tanto jeito para palavras quanto isso.

Hoje a chuva acordou-me. Hoje, a chuva fustigou as minhas janelas matinais e fez-me pensar. A chuva, que se vai tornando em sol ao longo do dia. Chuva que me aquece. Esse sol que se esconde num sorriso e numa voz doce. Esse raiar de dia que todos gostamos de ter. Mesmo que seja à noite.

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