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segunda-feira, 30 de março de 2009

Reflexão do dia 

O modo como lidas com algo que te abala a estrutura define muito a pessoa que és.

E tu? Agarras e exploras o desconhecido ou foges?

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segunda-feira, 23 de março de 2009

Aquele mal-estar. 

Acordas de manhã com a mesma sensação de vazio com que te deitaste ontem.

O vazio nas aurículas e nos ventrículos. Ambos, onde tudo circula e nada pára. O coração, desde tempos imemoriais centro de sentimentos, demonstra-te que não há nada que lá fique. Mutatis mutandis.

Um vazio preenchido apenas com ar, que entra e sai quando respiras.

Como uma praga que te leva até paragens longínquas, imaginando apenas o que não vês.

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terça-feira, 17 de março de 2009

Hoje 

Imagina algo incrível, profundo, vivido e revivido. É uma mescla de emoções e sentimentos que não encontra paz. Que não liberta, e que não vive nem deixa viver. E que não consegues distanciar o suficiente. Estás a vê-lo?

Pareces agarrado a algo, dir-me-ás. Assim de repente, talvez o digas. Sim, talvez. Mas o quê? O que me impede? E o que me impele nesse caminho?

Pensas, provavelmente, que sei exactamente o que me move. E que os meus impulsos são naturais emanações do que sinto. Que todo o risco calculado que corro me define o momento. Me define o interlocutor.

Sim, acho que sei. Por isso, podias ser mais útil e dar-me soluções. Sim, tu - dá-me soluções. Ajuda-me. Lembras-te?, já aqui estiveste. Se calhar, ainda aqui estás.

Se calhar, por isso contas contos. Se calhar, por isso tiras mestrados e te deitas às seis da manhã. Se calhar, por isso tens posts sem sentido aparente. Se calhar, por isso te te irritas com quem cusca o teu trabalho. Se calhar, por isso andas mal-disposto. Se calhar, o vislumbrar da liberdade vai ofuscar-te. Se calhar, talvez, porém, às vezes, certamente, não sei, claro como água. Se calhar, por isso não partilhas. Se calhar, partilhas tão pouco e parece tanto, que ninguém te sabe. Ou será que não há nada mais para saborear?

Deixa-te rodear do negro que te envolve e recebe.

Às vezes, é demasiado confuso. É demasiado fora do alcance. Parece que há algo frio aqui. Algo que está a algum tempo ainda de chegar ao degelo. Asfixiam-se as palavras.

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terça-feira, 10 de março de 2009

"É curioso: 

- como por vezes não me apetece escrever;
- como por vezes me apetece, mas não sei sobre o quê;
- como às vezes é tão indicado, tão necessário, mas por outro lado não o é;
- como gosto de ser eu;
- como gosto de conhecer pessoas novas;
- como a vida dá voltas e mais voltas (e mais ainda);
- como o Natal chegou depressa;
- como a vida é feita de surpresas, contradições e pequenas coisas;
- como desiludo, iludo, prometo, cumpro, vivo e morro nos corações das pessoas;
- como sentimos a vida pulsar nas veias;
- como o negro nos rodeia e nem sempre é maléfico;
- como gosto de ser eu;
- como gosto que os outros sejam os outros;
- como gosto de escrever sobre nada.
# posted by Tiago @ 12/13/2004 02:27:00 AM"

Tenho saudades tuas, pá.

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segunda-feira, 9 de março de 2009

Pensamento do dia: 

"Тияго: A respeitar o Bro Code desde 1981."

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quinta-feira, 5 de março de 2009

Pensamento inspirado 

Palavras leva-as o vento. A não ser que sejam por sms. Que nos façam inspirar três vezes antes de expirar.

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