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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Sim, sim. Já sei. 

A culpa é sempre minha.

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

E, hoje, ... 

... senti-me orgulhoso de mim.

Por duas vezes. Porque fui adulto e porque fui generoso.

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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

E, hoje, lembrei-me: 

Cada vez me convenço mais que o espaço que uma pessoa, seja ela de hoje ou de ontem, ocupa no nosso coração é imensurável e, muitas das vezes e a partir de certo altura, imutável. (Acredito nisso quando falo de alguém que é, realmente, importante para nós.)

Ou porque o afecto não pode crescer mais ou porque, simplesmente, não diminui.

Porque as pessoas aparecem e desaparecem. Porque respeitam e deixam de respeitar. Porque sentem e deixam de sentir. Porque são muito inteligentes e muito burras. Enfim, porque somos todos iguais, com defeitos e virtudes.

Realmente, o nosso coração, como figura hipotética de agregador de sentimentos, tem espaço infinito. E toda a gente cabe lá dentro, deixando a sua marca.

Mas sabem porque comecei a escrever este texto? Porque, algumas vezes, sentimos esse espaço ocupado como vazio. E esses sim - são os verdadeiros momentos tormentosos.

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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Devaneio de uma manhã ensonada 

Isto da web 2.0, 3.0, 4.0 tem muito que se lhe diga. Uma pessoa põe-se actualizar o Facebook, o Twitter, o Hi5 e mais não sei o quê - e vai-se a ver, não se tem tempo para o primeiro contacto de sempre com este tipo de interactividade virtual: o blog.

O meu Fechado Para Obras, recordo-me, surgiu por um capricho. Apareceu, simplesmente, numa altura em que muitos blogs começavam a proliferar por aí. É, ainda hoje, um repositório de memórias fantásticas de tempos idos. Amizades feitas, desfeitas, tristezas e alegrias, brincadeiras e coisas sérias.

Por mais que haja etapas de uma viagem, nunca nos esquecemos do ponto de partida. Este blog, que já contou com muitas visitas diárias, tem sido um pouco deixado de lado. Infelizmente, digo eu.

Apesar de que, como eu disse sempre, havia alturas em que eu o utilizava mais. Um escape, vá, para momentos menos felizes - normalmente, claro, afazeres do coração. Serviu, também, para variadíssimas experiências em relação ao que os leitores interpretavam do que eu escrevia.

Este blog, não sendo propriamente matéria para um estudo sociológico (e ainda bem, porque senão isto não ia correr bem..), é uma parte importante da minha vida.

E hoje, apenas hoje, decidi fazer-lhe uma homenagem. Nem sei porquê, comecei a escrever e saiu isto. Este blog, que cresceu convosco, é uma manta de retalhos de sentimentos e emoções - e essas são as mais importantes. O meu obrigado a vocês também.

(A programação habitual segue dentro de momentos)

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